terça-feira, 15 de novembro de 2011

A MORTE E A RESSUSREIÇÃO


Alguns tem afirmado que na cruz a a lei dos 10 MANDAMENTOS foi cravada e que agora já não é preciso mais guardar a lei...
Mas, eu desafio a você a pensar um pouco. Se a lei dos 10 MANDAMENTOS foi cravada na cruz então estamos livres dessa mesma lei, ou seja, podemos MATAR, ROUBAR, ADULTERAR e fazer todas as outras coisas que a lei proíbe, mas note que as pessoas que fazem estas afirmações não pensam nas consequências das suas palavras e se perguntarmos a um deles se agora podemos MATAR, ADORAR IMAGEM ou TOMAR O NOME DE DEUS EM VÃO se é que a lei já não mais está em vigor. Que pensas que eles iriam responder. Obviamente que eles iriam dizer DE MODO NENHUM, e logo você nota que eles caíram e  entram nas suas próprias contradições.
Satanás não pôde impedir o plano da salvação. Jesus foi crucificado e ressuscitou no terceiro dia. Mas Satanás fez mesmo a crucifixão e ressurreição servirem a seus intuitos.
Sabemos que a lei que apontava para a vinda do MESSIAS – CRISTO, as leis CERIMONIAIS, aquelas leis das oferta de manjar e da oferta dos animais essas sim tiveram fim no calvário, pois eram sobras do que era real e apontavam para o VERDADEIRO CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO.
Sacrifícios e ofertas judaicos cessaram por ocasião da morte de Cristo, e satanás usou esses factos para levar os homens mais longe e fazê-los crer que a lei dos Dez Mandamentos também morrera com Cristo.
Jesus, NOSSO SALVADOR E SENHOR e todo o exército celestial conheciam a natureza da lei de Deus; sabiam que Ele não a mudaria ou anularia. A desesperançada condição do homem depois da queda determinou a mais profunda tristeza no Céu, e levou Jesus a oferecer-Se para morrer pelos transgressores da santa lei de Deus. Mas, se aquela lei pudesse ser anulada, o homem poderia ter sido salvo sem a morte de Jesus.
Consequentemente sua morte não destruiu a lei de Seu Pai, mas engrandeceu-a, honrou-a, e encareceu a obediência a todos os seus santos preceitos.Houvesse a igreja permanecido pura e constante, Satanás não a poderia ter enganado e tê-la levado a espezinhar a lei de Deus.
Neste ousado plano Satanás ataca diretamente o fundamento do governo de Deus, no Céu e na Terra. Sua rebelião determinou sua expulsão do Céu. Depois de rebelar-se desejou ele, a fim de salvar-se, que Deus mudasse Sua lei; mas foi declarado perante todo o exército celestial que a lei de Deus é inalterável. Satanás sabe que, se ele pode fazer outros violarem a lei de Deus, tê-los-á ganho para a sua causa; pois cada transgressor daquela lei deve morrer.
Satanás se decidiu a ir ainda mais longe. Mas ele sabia que  alguns seriam tão zelosos da lei de Deus que não poderiam ser apanhados neste ardil; os Dez Mandamentos eram tão claros que muitos creriam que ainda vigoravam, e, portanto, deveria procurar corromper apenas um dos mandamentos.
Por isso levou então seus representantes a tentar a mudança do quarto mandamento, ou do sábado, alterando assim o único dos dez, que apresenta o verdadeiro Deus, o Criador dos Céus e da Terra. Mas como ele conseguiu isso? Como?
Usando do que é bom, do plano da redenção.  Satanás apresentou perante eles a gloriosa ressurreição de Jesus e lhe disse que, por haver Ele ressuscitado no primeiro dia da semana, mudara o sábado do sétimo para o primeiro dia da semana. Esse foi um dos maiores erros que o ser humano cometeu em toda a sua história...
Assim Satanás fez uso da ressurreição para servir a seus propósitos. Portanto, se algum destes dois acontecimentos devesse ser comemorado por um dia de descanso, deveria ser a crucifixão. Vi, porém, que nenhum destes acontecimentos se destinava a alterar ou anular a lei de Deus; pelo contrário, dão a mais forte prova de sua imutabilidade. A  lei de Deus permanecerá firme para sempre, e existiria na nova Terra por toda a eternidade.  O sábado do sétimo dia, nunca será anulado; antes, por toda a eternidade, os santos remidos e todo o exército celestial o observarão em honra ao grande Criador. Amém.
Pense nisso.
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